Há uma sombra no fundo da memória humana...o medo do predador escondido, além das fronteiras dos nossos sentidos. Adormecida durante o dia, esta apreensão irracional pode visitar-nos na escuridão ou atormentar os nossos sonhos. Emerge qual fantasma da névoa pantanal de memórias ancestrais, relíquia indesejada de uma era onde existem suficientes perigos reais para além do trémulo círculo luminoso das fogueiras dos nossos antepassados.
Entre as diversas acções peculiares aos animais nenhuma prende tão profundamente a nossa atenção como a predação. Nós não só receamos os predadores como ficamos paralisados de terror com eles.
O interesse nesta actividade intensifica-se quando o homem é retirado do seu habitual e natural papel de predador e passa a ser a presa, especialmente se tal ocorre num meio ambiente que não é o nosso e se particularmente a acção envolver um predador marinho.
Os tubarões são criaturas feitos à medida para assumirem este papel de "maus-da-fita".
Mas num sentido tribal muito profundo, adoramos os nossos monstros...e desde que vi o primeiro tubarão debaixo de água no longinquo ano de 1977, quando mergulhava junto da Vila da Madalena (Ilha do Pico), apaixonei-me por estas formidáveis criaturas.
Considero que o medo é gerado pelo deconhecimento e como tal fui ao longo dos tempos tentando compreender e estudar "os tigres do mar".
Texto do meu amigo aventureiro: João Brum
Manaslu 2007 (8163 Metros) Himalayas Nepal
0 Whariúthinqs? Vomitado por: Flyer Horas de prazer: 06:41:00
O Gonçalo Velez, meu colega de Equipa de Parapente e aventureiro vai partir no dia 25 de Agosto para o Nepal para escalar (sem ajuda de oxigénio) o Manaslu, 8163m. Em Kathmandu embarcará num helicóptero de transporte russo, a 30 de Agosto vorá para para Sama a 3450m, uma aldeia que fica a um dia de marcha antes do acampamento base. Este voo poupar-lhe-á 8 dias de caminhada. O período de escalada decorrerá de 4 a 8 de Setembro. Vejam também o link para o curriculum desportivo do Gonçalo que já escalou grande parte das mais altas montnahas do planeta.
"Quando a gente pensa que sabe todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas... "
Um sujeito estava a colocar flores no túmulo de um parente, quando vê um chinês a colocar um prato de arroz na Lápide ao lado.
Ele vira-se para o chinês e pergunta:
- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o seu defunto virá comer o arroz?
E o chinês responde:
- Sim, e geralmente à mesma hora que o seu vem cheirar as flores!!!
Carpe Diem
Conheço dois tipos de pessoas. Os que olham para as estrelas e os que as tentam tocar. Falo de estrelas verdadeiras e não de pessoas famosas. Nem sequer de pessoas verdadeiramente famosas. Sim, refiro-me àquelas pequenas luzes, hoje quase esquecidas, que se vêm nos céus das noites de lua nova, e que preenchem os vazios do espaço, e das nossas mentes.
Quando reparamos nelas, raramente conseguimos evitar grandes pensamentos, desejos e ilusões. Mas eu pertenço ao segundo grupo. Por isso faço-o de dia. Aprendi a voar e é assim que persigo o meu sonho. É de dia que tento agarrar uma estrela, voando. Cada vez mais alto, tento lá chegar, ao Sol.
Este é apenas uma das muitas estrelas que iluminam o nosso dia, e também as noites dos outros planetas deste sistema solar, e de outros planetas de outros sistemas solares, desta e doutras galáxias. E não o devemos nunca esquecer.
Porque mesmo de dia as outras estrelas estão lá. Escondidas atrás do seu brilho avassalador. É assim que, quando voo, e acho que já estou alto, mesmo muito alto, suficientemente alto, escondido pela luz que cega, olho para baixo e procuro os outros, os do primeiro grupo. Parecem-me sempre formigas, pequenos insectos atarefados, stressados atrás das migalhas de pão, pelos carreiros de auto-estradas e ruas que dividem as colónias de cimento onde vivem.
Então pergunto-me, será que sabem que estou ali, a vê-los? E como me parecem realmente pequenos! Eles, e os seus problemas. «Se eles soubessem o que é estar aqui, e não presos naquele engarrafamento lá em baixo…».
Voar é muito bom. No fundo, creio que é nisso que reside a beleza da coisa, na ausência da dimensão, o que nos torna no mesmo instante tão pequenos, ou tão grandes.
Tudo depende da objectiva para que sorrimos, ou do canto onde nos escondemos. Nessas alturas tenho a sensação de jamais conseguir viver sem voo, sem ilusão, e que realmente nunca vou chegar ao Sol.
Mas que me tenta chegar, e me chega tentar.
Acima de tudo tenho uma certeza, a de que não me vou esquecer de que para além do Sol há outras estrelas, e também, muitas, muitas formigas.
Texto do meu amigo José Ginja ... só para Amigos e Amigas muito Especiais!
Aqui ficam dois links para um exemplo real de alguém que sabe cair e voltar a levantar-se, alguém que já viu a morte a rondar e decidiu que vale muito mais a pena viver a vida!
"If you live each day as if it was your last, someday you'll most certainly be right."
"Stay Hungry. Stay Foolish."
Convém ouvir este discurso e depois ler aqui aqui , devagar, com tempo.
I just BELIEVE that this SECRET is REAL...
Basta ir passando as paginas e ir clikando nas imagens...
Quando começei a tentar entender o sentido da vida, descobri que esta se simplifica quando passei a valorizar coisas como a natureza, as pessoas, os caminhos e os horizontes. A certa altura consegui sentir-me muito mais livre e autêntico e passei a conseguir diferenciar facilmente o que é realmente essencial daquilo que é apenas passageiro. Uma das coisas que tento fazer ultimamamente é escutar a voz do meu coração, ou seja quando ele falar, levanto-me e vou aonde ele me levar. Mesmo quando ele me encaminha para uma tempestade, consigo subtilmente perceber em que direção a brisa me leva e sei que depois da tempestade vem sempre a bonança!
Aprendi com a vida que não há nada de definitivo e tudo pode mudar a qualquer momento. Sou parte dum universo palpitante e tudo aquilo que existe de certa forma faz todo o sentido e, ao mesmo tempo, não faz sentido nehum. Vivo num mar de infinitas causalidades e possibilidades. Quem consegue viver pacificamente desta forma, consegue perceber que é um nada dentro de um nada feito de tudo.
Por todas estas razões, tento sempre que posso soltar as amarras dos meus medos e procurar a amplitude do mistério inesgotável que sou eu próprio. Esforço-me constantemente para pensar e racionalizar muito menos, tentando sentir infinitamente muito mais.
Um dia estou aqui, mas quero estar ali.
Outro dia eu estou ali, mas quero estar aqui.
E lá ando eu perdido pela vida,
Sem saber o que quero nem para onde quero ir.
Um dia estou sozinho, mas quero encontrar o Amor.
Outro dia encontrei-o, mas quero voltar a ficar sozinho.
E lá vou eu seguindo um caminho que não escolhi.
Tenho a sensação de que me perdi ...
Alguém me enviou esta música. Ouvi e gostei...
Viver é experimentar a possibilidade de correr todos os riscos.
Errando e acertando aqui e ali, vou seguindo a vida a lembrar quem sou.
Como uma nuvém que flui em direção ao céu, vou experimentando cada turbulência, mas sigo sempre em frente, procurando seguir todas as rotas para poder sempre regressar ao céu.
Esta não é a frase do dia... é a frase de todos os dias...
0 Whariúthinqs? Vomitado por: Flyer Horas de prazer: 11:52:00Tudo aquilo que algum idiota te diz que é urgente, é algo que um imbecil não fez em tempo útil e querem que tu, o otário, se desenrasque para fazer em tempo recorde!!
Viver não é uma experiência fácil, principalmente para aqueles que absorvem o mundo em si e sentem a urgência inevitável de devolvê-lo em forma de palavras, sons e cores ... Na realidade, começamos a morrer no momento em que nascemos, e viver é em última instância fatal. Cada momento que nasce é outro instante que morre. A partir desta compreensão não faz a mínima diferença se vivemos um dia ou cem anos, mas sim como experimentamos e sentimos ao máximo este mistério que somos nós. A existência pode ser curta ou longa, triste ou feliz, feia ou bela, uma interminável história de amor ou ódio.
Eu reconheço os meus sentimentos conturbados, na minha histeria silenciosa e escuto em mim diversas vozes. Existe aquela que me maltrata, julga e subjuga aos seus caprichos. Mas há também aquela que ama enlouquecida, indiscriminada e incondicionalmente, ela fortalece-me, levanta-me quando caio, faz ver a sua perspectiva, sempre mais ampla e mais vasta que a minha tragédia pessoal.
Se olharmos bem, profunda e intensamente, somos fragmentos de pessoas, lugares, ideias, valores, culturas, e a essência muitas vezes permanece encoberta até eventualmente descobrirmos que não somos nada daquilo ou talvez muito mais do que pensávamos ser.
Quão grande é o abismo entre aquilo que sonhamos e aquilo que efectivamente somos? Porque os sonhos são a vida, e a vida é feita de sonhos! Uma relação, este texto, e este mundo, tudo isto um dia saiu dos sonhos humanos e foi materializando-se gradualmente, formando este imenso quebra-cabeças do qual somos minúsculos fragmentos. Somos actores dum grande sonho colectivo, uma mega peça de teatro, quer o percebamos ou não.
Este lugar, este tempo, aqui e agora, este é o momento de viver. Não existe nada além disso. O próximo momento é um enigma, um salto no escuro, uma probabilidade que pode vir a acontecer ou não, é o repentino silêncio de todos aqueles que estão desaparecendo neste preciso minuto.
É preciso reaprender a sonhar. Trata-se de uma arte que exige técnica, e geralmente são necessários anos de estudo para atingir a mestria.
Existem os mestres desta arte, aqueles que acreditaram nos sonhos, escutaram, observaram, sentiram, lutaram por eles, e realizaram-nos, inspirando gerações de sonhadores inexperientes. Eles contam-nos que começamos a vida a sonhar naturalmente, depois crescemos e esquecemos, e mais tarde cabe-nos a nós voltar ou não a este conhecimento inato, reconquistá-lo, redefini-lo, reinventá-lo! Mas embora sonhadores ainda existam e ensinem os seus pupilos, e ainda que muitos tenham transformado as instruções desta arte numa sabedoria oculta transmitida de mestre para aluno, ainda assim não é possível escrever um manual, um livro, uma enciclopédia sobre como sonhar.
Houve quem tentasse definir os sonhos, explicá-los, limitá-los a certos fenómenos biológicos ou psicológicos que acontecem durante o sono, ou então houve aqueles que compararam os sonhos à morte e à vida, e a tudo aquilo que nunca se conseguiu explicar. Para quem já viajou no mundo dos sonhos, é um facto que eles transcendem a nossa compreensão racional.
Somos conscientes de apenas uma pequena fracção do dia. Passamos a maior parte do tempo em piloto automático, numa zona mentalmente confortável para nós, semelhante a um transe. Acordamos, escovamos os dentes, olhamos ao espelho, realizamos passo a passo um ballet minuciosamente coreografado durante anos que chamamos de rotina. Somos tão talentosos que nem percebemos que estamos a actuar neste filme dirigido por nós mesmos. As decisões que tomamos no dia a dia fazem parte desta farsa, são apenas pequenos ajustes.
Sonhar está nos caminhos! Nós pensamos que sabemos aonde eles nos levam, e que temos o controle porque um dia escolhemos o destino e assim perdemos a oportunidade de experimentar. E se o mundo inexplorado que pensamos, sonhamos e fantasiamos realmente existisse? E se de repente, num momento de distracção, escorregássemos nas nuvens de nossa imaginação e caíssemos numa dimensão paralela, feita de todos os pensamentos, ilusões, imagens, e loucuras da mente humana? E se a ciência descobrisse que este espaço de facto existe, e que é apenas uma de múltiplas e infinitas dimensões matematicamente e fisicamente tão comprováveis como esta, e que todas elas de alguma complexa forma fizessem parte daquele sonho colectivo que chamamos de realidade? Será que levaríamos mais a sério os nossos devaneios?
A minha sugestão para todos aqueles que chegaram até aqui, e quiserem continuar nesta viagem, que façam um pacto consigo mesmos, e dêem um passo diário no desconhecido. Arrisquem o compromisso para com os sonhos. Observem o que está a acontecer dentro e fora do vosso corpo. Aceitem a dor, a loucura, e a beleza dos instantes. Chorem ou riam. Estejam prontos para mudar todas as ideias preconcebidas sobre a vida, se for necessário. A qualidade dos dias irá transformar-se. Repentinamente irão perceber que estão a sonhar acordados, e que os vossos sonhos são vocês.
My head knocks against the stars.
My feet are on the hilltops.
My finger-tips are in the valleys and shores of universal life.
Down in the sounding foam of primal things
I reach my hands and play with destiny.
I have been to hell and back many times.
I know all about heaven, for I have talked with God.
(Carl Sandburg)
Esta música tem algo de mágico e transmite uma sensação de paz abosluta!
Passamos a vida inteira fechados num bloco de coerências, certezas e opiniões. Não entendemos que estamos nas flores, nas montanhas, nas coisas que vemos no nosso caminho diário até ao emprego.
Raramente pensamos que viemos dum mistério – o nascimento – e caminhamos para outro mistério – a morte.
Se reflectirmos sobre isso, se entendermos que a presença divina e a sabedoria universal estão em tudo o que nos cerca, teremos muito mais liberdade nas nossas acções.
Extraído duma Crónica de Paulo Coelho
A dreamer imagines the most wonderful new things, and then finds a way to make them real.
A dreamer knows that stars were made to wish upon and that wishes do come true.
Where am I going? I don't quite know.
Down to the streams where the king-cups grow
Up to the hill where the pine-trees blow
Anywhere, anywhere, I don't know
Where am I going? The clouds sail by,
Little ones, baby ones, over the sky.
Where am I going? The shadows pass,
Little ones, baby ones, over the grass
If you were a cloud, and sailed up there,
You'd sail on the water as blue as air,
And you'd see me here in the fields and say:
"Doesn't the sky look green today?
Where am I going, the high rooks call:
"It's awful fun to be born at all,
"Where am I going? The ring-doves coo:"
We do have beautiful things to do."
If you were a bird, and lived on high,
You'd lean on the wind when the wind came by,
You'd say to the wind when it took you away:
"That's where I wanted to go today!"
Where am I going? I don't quite know.
What does it matter where people go?
Down to the wood where the blue-bells grow
Anywhere, anywhere. I don't know.
Poema de A.A. Milne do livro "When we were very young".
O Matt anda por onde eu gostaria de andar ...
0 Whariúthinqs? Vomitado por: Flyer Horas de prazer: 10:12:00And I took the one less traveled by,
and that has made all the difference.
Robert Frost
Sometimes people come into your life and you know right away that they were meant to be there... to serve some sort of purpose, teach you a lesson or help figure out who you are or who you want to become. You never know who these people may be but when you look eyes with them, you know that every moment that you are with them, they will affect your life in some profound way. And sometimes things happen to you at the time that may seem horrible, painful and unfair, but in reflection you realize that without overcoming those obstacles you would have never realized your potential, strength, will power or heart.
| Your Power Bird is an Eagle |
![]() |
From underneath the trees, we watch the sky
Confusing stars for satellites
I never dreamed that you´d be mine
But here we are, we´re here tonight
Singing Amen, I´m alive
Singing Amen, I´m alive
If everyone cared and nobody cried
If everyone loved and nobody lied
If everyone shared and swallowed their pride
We´d see the day when nobody died
And I´m singing Amen I,
I´m aliveAmen I, I´m alive
And in the air the fireflies
Our only light in paradise
We´ll show the world they were wrong
And teach them all to sing along
Singing Amen I´m alive
Singing Amen I´m alive
And as we lie beneath the stars
We realize how small we are
If they could love like you and me
Imagine what the world could be
We´d see the day, we´d see the day
When nobody died
We´d see the day, we´d see the day
When nobody died
We´d see the day when nobody died
Creio em dimensões desconhecidas!
Como poderia tudo ser muito maior do que sempre sonhamos e do que podem imaginar os Homens?
Eu queria estar entre os Céus, queria que os Céus me mostrassem os caminhos dos ventos.
Tal como a inspiração do nosso instinto mais desbravador, desafiador, é descobrir um mundo muito diferente, muito maior.
É perceber que a verdade é muito mais do que qualquer raciocínio.
É como aterrar e ficar a olhar o Céu, lembrando a sensação que se acabara de ter, e, amá-la.
Voar, é desenvolver amor próprio, sentir-se próximo de Si mesmo. Como se todas as partes de Mim, de repente, se unissem a um só momento - intuição, acção, razão, emoção - canalizando para aquele mesmo objectivo: VOAR.
Minutos que na minha simples existência me unem ao Universo. A Vida sob o Meu domínio, imersa sobre o Mundo e regar sobre a civilização que conspira!
Tudo o que posso fazer por agora, é recordar, pois tenho os pés fincados neste chão, não mais meus pensamentos!
Sabes, ... é difícil descrever o vento... Eu não ousaria!
Como posso descrever momentos transparentes?....Transparência!...É isso!
VOAR é sentir-se transparente... é transparecer... é não pensar em mais nada... é puramente SENTIR!
Nem que Eu quisesse poderia pensar em qualquer outra coisa.
Os Sentidos estão todos sendo Sentidos. Pensamentos deixam de existir.
Depois disso, a minha simples existência não me é mais suficiente.
Após ter experimentado sensação tão Divina, sinto DEUS, sinto PAZ.
JOSÉ GINJA (...45 anos a Voar...)
Palestra na Associação de Pilotos Portugueses de Linha Aérea "in" Jornal "Por Dentro" em Março/98 por Comanadante José Ginja).
| My Personality Profile |
![]() You are funky, outdoorsy, and down to earth. While you may not be a total hippie... You're definitely one of the most free spirited people around. You are very impulsive - every day is a new adventure. However, you do put some thought behind all your actions. Still, you do tend to shock and offend people from time to time! |
"Queira ou não, o homem é o instrumento da natureza;Ela impõe-lhe o carácter, a aparência.
Jamais podemos contrariar a natureza...
Ela é mais forte que o mais poderoso dos homens;
É por isso que devemos sempre ficar de bem com ela.
Podemos permitir-nos algumas liberdades,
Não podemos entrar na modernidade com o actual fardo de preconceitos. À porta da modernidade precisamos de nos descalçar. Eu contei "Sete Sapatos Sujos" que necessitamos deixar à porta dos tempos novos. Haverá muitos, mas eu tinha que escolher e sete é um número mágico:
1º Sapato - A ideia de que os culpados são sempre os outros.
2º Sapato - A ideia de que o sucesso não nasce do trabalho.
3º Sapato - O preconceito de que quem critica é um inimigo.
4º Sapato - A ideia de que mudar as palavras muda a realidade.
5º Sapato- A vergonha de ser pobre e o culto das aparências.
6º Sapato - A passividade perante a injustiça.
7º Sapato - A ideia de que, para sermos modernos, temos que imitar os outros.
Texto de Mia Couto publicado no "Courrier Internacional" a 2 de Abril
Reduzindo o alcance do ego, a alma tem o tamanho do universo!
0 Whariúthinqs? Vomitado por: Flyer Horas de prazer: 10:02:00
Quando olhamos o nosso mundo visto de cima, não há fronteiras, não há diferenças entre raças. Tudo é apenas um grão de areia e farinha dentro do mesmo saco. Lá de cima, as manipulações por amor, dinheiro ou poder perdem todoa importância. Visto do alto, o planeta Terra cabe na palma da nossa mão e os problemas são apenas "poeira no espaço". Todos deveriam tentar olhar o mundo de cima pelo menos uma vez na vida, principalmente quando nos atolamos em dramas e ficamos presos na areia movediça do nosso Ego. Ao olhar de cima, os desentendimentos entre amigos e amantes parecem simplesmente brigas de criança. Os motivos que nos levam a fazermos asneiras tornam-se simplesmente numa grande asneira. Aquilo que não nos deixa dormir em paz, torna-se apenas numa vaga lembrança. Mas nem todos querem olhar de cima, como diria o cantor Seal em sua canção”Crazy”:
Num mundo cheio de gente, somente algumas pessoas querem voar, isso não é loucura? Sim, é uma loucura, pois mesmo embora não sejamos pássaros, podemos voar e tentar ver as coisas de cima, basta deixar as mágoas de lado e o “ego ofendido” para perceber que todos somos culpados e inocentes e não precisamos culpar um "Judas" para arrumarmos o nosso quintal.
Basta voar um bocadinho além do nosso orgulho ferido e das nuvens, e olhar para baixo para ver como o que era gigante se tornou formiga. Como formiguinhas, juntamos uma enormidade de conflitos emocionais e transformamos as nossas vidas num enredo de novela só pelo prazer de perder, ganhar e tornar a perder e ganhar. Isso não é loucura?
É fácil falar, dirão os “ realistas”, mas garanto que isso também é fácil de fazer, basta desistir de querer ganhar sempre e perceber que não há vitória quando o outro perde, que não há sucesso enquanto o outro definha, que não há motivo para usar os outros como escada para escalar as nossas montanhas. Difícil é não desejar sempre estar certo; complicado é não querer sempre ter a última palavra sobre algo.
Olhar o nosso mundo de cima, é perceber que a nossa consciência vai além dos limites do nosso corpo. A nossa consciência faz parte do corpo do outro e vai muito além do nosso quintal, expandindo-se para o lado, para o alto e para o infinito. Essa expansão da alma ocorre quando percebemos que os nossos olhos podem ver além do nosso ponto de vista, para vermos o mundo como um palco onde o actor pode, por vezes, parar de actuar e acreditar no drama, para ver as coisas como elas são realmente; afinal ele é maior que a personagem. Reduzindo o alcance do ego, a alma tem o tamanho do universo!
Texto de Frank Oliveira
Um Dia Você Aprende... (William Shakespeare)
0 Whariúthinqs? Vomitado por: Flyer Horas de prazer: 21:45:00"Knowledge is the power of the mind, wisdom is the power of the soul."
Paciência - Lenine ( versão original )
0 Whariúthinqs? Vomitado por: Flyer Horas de prazer: 08:11:00Esta música é algo de sublime...
Faz hoje exactamente um ano que terminei de percorrer o Caminho de Santiago em BTT. Durante 9 dias percorri 900 Kms e para recordar esta data que me marcou bastante, encontrei este texto escrito por um desconhecido e que resume um pouca da experiência que vivi e relatei diariamente num blog que criei e fui actualizando diariamente.
Pergunto-me por vezes se a minha paixão pelo voo valerá a pena?
Confesso que em cerca de msis de uma década de pequenos e grandes voos, esta assustadora questão me ocorre por vezes!
À algum tempo atrás, alguém me perguntou se eu não achava que perdia demasiado da vida, ao estar sempre tão envolvido em algo tão incompreensível aos olhos da grande maioria do comum dos mortais. Hummm… Desde muito novo eu apenas queria voar! Voar livremente e sonhar numa grandeza que jamais poderia ser quantificada ou explicada!
Face aos desafios e às dificuldades superadas a cada voo, consigo ver com maior clareza que a vida é seguramente melhor lá em cima do que lá em baixo.
Suportar a vida diária não é fácil e na realidade não creio que eu me encaixe totalmente nela!
Todos os meus desejos apontam em direcções com esperança, como sonhar e sentir-me vivo a voar durante longas horas. Ter um pé no socialmente correcto tem as suas vantagens, mas voar é a verdadeira fonte das minhas vivências.
Estou seguro que este caminho em direcção ao "céu" deixou a marca da sua magia gravada na minha alma. Diante de mim, o imenso mar de nuvens avassala-me, como um deserto sem gente, como só apenas ali o poderia sentir, ali longe…longe nesta "Terra de Ninguém"!
Certa manhã ele descobriu que o cavalo não estava na cocheira.
Os amigos disseram ao velho:
- Que desgraça tão grande, o seu cavalo foi roubado!
E o velho respondeu:
- Calma, não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está na cocheira. O resto é apenas um julgamento vosso.
As pessoas riram do velho. Quinze dias depois, de repente, o cavalo voltou.
Ele tinha fugido para a floresta. E não apenas isso; ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo.
Novamente as pessoas reuniram-se e disseram:
- Velho, você tinha razão. Não era uma desgraça, mas sim uma benção.
E o velho disse:
- Vocês estão a precipitar-se de novo. Quem pode dizer se é uma benção ou não? Apenas digam que o cavalo está de volta...
O velho tinha um filho único que começou a treinar os cavalos selvagens.
Uma semana mais tarde, o filho caiu de um dos cavalos e fracturou as pernas.
As pessoas reuniram-se e, uma vez mais, puseram-se a julgar:
- E não é que você tinha razão, velho? Foi uma desgraça o seu único filho perder o uso das duas pernas.
E o velho disse:
- Mas vocês estão obcecados com julgamentos, hein? Não façam isso!
Digam apenas que o meu filho fracturou as pernas. Ninguém sabe ainda se isso é uma desgraça ou uma bênção...
Aconteceu que algumas semanas depois, o país entrou em guerra e todos os jovens da aldeia foram obrigados a alistar-se, menos o filho do velho.
E os que foram para guerra, morreram...
Quem é obcecado por julgar, cai sempre na armadilha de basear o seu julgamento em pequenos fragmentos de informação, o que o levará a conclusões precipitadas.
Nunca encerre uma questão de forma definitiva, pois quando um caminho termina, outro começa, quando uma porta se fecha outra se abre...
(Autor desconhecido)
Your past life diagnosis:
I don't know how you feel about it, but you were male in your last earthly incarnation.You were born somewhere in the territory of modern USA South-East around the year 675. Your profession was that of a sailor or shoemaker.
Your brief psychological profile in your past life: Such people are always involved with all new. You have always loved changes, especially in art, music, cooking.
The lesson that your last past life brought to your present incarnation:There is an invisible connection between the material and the spiritual world. Your lesson is to search, find and use this magical bridge. Magic is everywhere around you, even in the most usual, most ordinary situations. Your lesson is to understand this magic and to help other people to see it, too. You are a magician!
Do you remember now?
Now I remember!
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