What are we but miniscule specs in the face of a city of millions?
What does our personal happiness or dissatisfaction matter on a grand scheme of things for all the millions of other insignificant specs?
In reality not much.
So, once again, on the grand scheme of things, the only person who would even notice what you do is yourself. This is the only court you have to hope to ever satisfy. Committing acts of forged happiness will never bother any other soul other than yourself.
So, there´s no reason not to be honestly feeling whatever you are feeling: fess up, speak up and die honest. And then, if you are lucky you might even die happy.

Receita de Jovialidade




Deita fora todos os números não essenciais à tua sobrevivência.
Isso inclui idade, peso e altura.
Deixa o médico preocupar-se com eles.
É para isso que ele é pago.
Frequenta, de preferência, amigos alegres.
Os de "baixo astral" põem-te em baixo.
Continua aprendendo...
Aprende mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa.
Não deixes o teu cérebro desocupado.
Uma mente sem uso é a oficina do diabo.
E o nome do diabo é Alzheimer.
Aprecia coisas simples.
Ri sempre, muito e alto.
Ri até perder o fôlego.
Lágrimas acontecem.
Aguenta, sofre e segue em frente.
A única pessoa que te acompanha a vida toda és tu mesmo.
Mantém-te vivo, enquanto vives!
Rodeia-te daquilo de que gostas:
família, animais, lembranças, música, plantas, um hobby, o que for.
O teu lar é o teu refúgio.
Aproveita a tua saúde;
Se for boa, preserva-a.
Se está instável, melhora-a.
Se está abaixo desse nível, pede ajuda.
Não faças viagens de remorso.
Viaja para o Shopping, para a cidade vizinha, para um país estrangeiro,
mas não faças viagens ao passado.
Diz a quem amas, que realmente os amas, em todas as oportunidades.
E lembra-te sempre de que:
A vida não é medida pelo número de vezes que respiraste,
mas pelos momentos em que perdeste o fôlego:
de tanto rir...
de surpresa...
de êxtase...
de felicidade...

Pablo Picasso

Às vezes ouço passar o vento;

e só de ouvir o vento passar,

vale a pena ter nascido!

Um abraço de graça

Num mundo de valores corrompidos, uma prova de que nem tudo está perdido...

Há um ano, Juan Mann era só um homem estranho que ficava parado no Pitt Street Mall em Sydney, Austrália, oferecendo abraços de graça para as pessoas que passavam pelas ruas.

Certo dia, Mann ofereceu um abraço a Shimon Moore, o líder da banda SickPuppies e, desde então, tornaram-se bons amigos.

Moore decidiu gravar Mann fazendo sua campanha por "Free Hugs". Na medida em que o Free Hugs atingia proporções maiores, o conselho da cidade tentoubanir a campanha. Então Mann e seus amigos fizeram uma petição com mais de 10.000 nomes apoiando a campanha do abraço de graça.

Quando Mann morreu, Moore decidiu mixar o vídeo que ele tinha feito do FreeHugs com a música All the Same, que ele havia gravado com a sua banda SickPuppies. Vale a pena ver o vídeo.

Um filme que apresenta uma verdadeira história que inspira humanidade e esperança. Algumas vezes um abraço é tudo que precisamos.

"Free Hugs é uma história real sobre um homem que acreditava que sua missão era trazer alegria na vida das pessoas através de um abraço.

"Note que o vídeo é a Preto & Branco e só ganha cor após Juan Mann receber oseu primeiro abraço.

Ligue o som, a música também é muito bonita. Deixe-se contagiar e veja se você já deu um abraço em alguém hoje!!!

E que neste momento, ao receber este e-mail, sinta-se abraçado por mim...


Como nasce um pradigma.

Vejam só que curioso! Devemos ter cuidado para não fazermos parte deste grupo. Questione sempre as coisas que voce é obrigado a fazer, ou então é proibido de fazer, ou ainda tentar fazer de outra forma: COMO NASCE UM PARADIGMA.

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, e no centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jacto de água fria nos que estavam no chão. Após algum tempo, quando um macaco subia a escada, os outros enchiam-no de pancada.

Passado mais algum tempo, já nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que lhe bateram.

Depois de alguma pancadas, o novo integrante do grupo deixou de subir a escada. Um segundo macaco foi substituído, e aconteceu a mesma coisa, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na porrada ao ao novato.

Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o facto.

Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído. Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam a bater naquele que tentasse chegar às bananas.

Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: "Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui...".

"É MAIS FÁCIL DESINTEGRAR UM ÁTOMO DO QUE QUEBRAR UM PARADIGMA".

Albert Einstein

Inveja (Sexto pecado capital)


A melhor vingança contra aqueles que pretendem rebaixar-me consiste em ensaiar um voo para um cume mais elevado. Talvez não subisse tanto sem o impulso de quem me queira por terra. O indivíduo verdadeiramente sagaz faz mais: serve-se da própria difamação para retocar melhor o seu retrato e suprimir as sombras que lhe afectam a luz. O invejoso torna-se, sem querer, o colaborador da sua perfeição.

Escrito por: Giovanni Papini

O que realmente quero saber de ti

Não me interessa o que fazes para viver. (realmente não)
Quero saber o que desejas ardentemente, e se te atreves a sonhar em encontrar os desejos do teu coração.
Não me interessa quantos anos tens. (o que é que isso importa?)
Quero saber se te arriscarias a aparentar que és um tolo por amor, pelos teus sonhos, pela aventura de estar vivo.
Não me interessa quais os planetas que estão em sintonia com a tua lua.
Quero saber se alguma vez tocaste o centro da tua própria tristeza.
Se te tornaste mais aberto por causa das traições da vida, ou se te tornastes murcho e fechado por medo das futuras mágoas.
Quero saber se podes sentar-te com a dor, minha ou tua, sem te mexeres para escondê-la, tentar diminuí-la ou tratá-la.
Quero saber se podes conviver com a alegria, minha ou tua.
Se podes dançar loucamente e deixar que o êxtase tome conta de ti dos pés à cabeça, sem a cautela de seres cuidadoso, de seres realista ou de te lembrares das limitações de ser humano.
Não me interessa se a história que estás a contar é verdadeira.
Quero saber se podes desapontar alguém para seres verdadeiro cotigo próprio;
Se podes suportar acusações de traição e não trair a tua própria alma.
Quero saber se podes ser leal, e portanto, confiável.
Quero saber se podes ver a beleza mesmo quando o que vês não é bonito todos os dias.
Não me interessa saber onde moras e quanto dinheiro tens.
Não me interessa quem és e como chegaste até aqui.
Quero saber o que te segura por dentro quando tudo o resto fracassa.
Quero saber se podes ficar só contigo mesmo.
Se gostas verdadeiramente da companhia que consegue nos momentos vazios.


Texto adaptado, escrito por: "Oriah Mountain Dreamer"

"Twenty years from now you will be more disappointed by the things that you didn't do than by the ones you did do. So throw off the bowlines. Sail away from the safe harbor. Catch the trade winds in your sails. Explore. Dream. Discover."

Mark Twain

Mais vale viver um dia como um leão, do que cem anos como uma ovelha!

Some people see things as they are and say "why?"
I dream things that never were and say "why not?"
George Bernard Shaw (1856-1950)

Reflections

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Morte em doses suaves.

Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca. Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante
Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade.

Autor: Pablo Neruda, poeta chileno

Reflections

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Quem quase vive já morreu!

Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Para os erros há perdão; para os fracassos, chance; para os amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planeando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.


Autor: Luís Fernando Veríssimo

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On Solitude

"Most men, the herd, have never tasted solitude. They leave father and mother, but only to crawl to a wife and quietly succumb to new warmth and new ties. They are never alone, they never commune with themselves. And when a solitary man crosses their path, they fear him and hate him like the plague; they fling stones at him and find no peace until they are far away from him. The air around him smells of stars, of cold stellar places; he lacks the soft warm fragrance of the home and hatchery."

Hermann Hesse 1919

Querer versus Poder

Há pessoas que vivem aparentemente felizes porque estão convencidas que aquilo que têm é o que querem. Um dia acordam para a infelicidade que é a percepção de quererem o que não têm, ou de não terem o que querem.


Curiosidade


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