Carimbadela: Fotografias, slideshow, Viagens
"...abrir os olhos e levar vivo o coração ..."
0 Whariúthinqs? Vomitado por: Flyer Horas de prazer: 21:51:00Quem diria que há menos de 48 horas atrás, estava a visitar o Coliseu de Roma e a imaginar as lutas dos gladiadores. Há menos de 48 horas estava a admirar as pinturas da Capela Sistina e a imaginar a vida daquele homem que foi dedicada àquela obra imponente. Há menos de 48 horas tive uma experiência mística nas Catacumbas de Saint Calixtus (local onde estão enterrados 450.000 cristãos alvo de perseguição por parte dos imperadores romanos). Fui utilizado por um padre cristão (http://www.burgui.net/) que simulou uma execução, exactamente como era feita pelos romanos, a todos aqueles que renegavam adoração ao imperador. Há menos de 24 horas e por um mero acaso fui ter ao museu do Leonardo da Vinci e pude ver algumas das réplicas das suas geniais máquinas voadoras, como é o caso do parquedas rectangular e da asa voadora ... "and soyon and soyon and soyon"! :-D
Como diz o padre José Miguel que me abriu novas prespectivas de entendimento sobre muita coisa (ou quase nada): "Não quero ensinar nada sobre a religião nesta visita às Catacumbas, basta apenas"...abrir os olhos e levar vivo o coração ..."
Carimbadela: Viagens
Milano * Lago de Como * Veneza * Florença * Sienna * Piza * Napoli * Vesuvio Vulcano * Sicilia Island * Rome. Two more days to go! ;-D
Carimbadela: Viagens
Visitei: Milano * Lago de Como * Veneza * Florenca
Hoje: Sienna * Pisa
Dias seguintes: Roma * Napoles e ??????
Tive duas fantasticas noites de Couch Surfing (Milano e Florenca). Foi engraçado cruzar-me (no Lago de Como) com o George Clooney que seguia a bordo dum enorme iate. Iria ter um orgasmo mental se conseguisse fazer Kitesurf no Lago de Como, mas nepia de vento. Acabei por fazer um trekking de duas horas (1000 m de desnivel) numa das enormes montanhas em volta do lago. Aprendi a pintar mascaras vevezianas de carnaval com uma bela veneziana. Em Florença, estou em casa duma Americana de Boston que me mostrou a cidade e levou a jantar num dos melhores locais da cidade.
Tenho um comboio para Sienna dentro de uma hora... Arriverdeci!
Carimbadela: Viagens
I just decided (two hours ago) and I am on my way to Italy! I have plane ticket to Milano tomorrow and a return ticket from Rome on Septmber 12th. I have a small backpack, some couch surfing possibilities and no clue on how to get from point A to B. It´s gonna be epic and cool!:-D
Help tribal peoples defend their lives, protect their lands and determine their own future.
0 Whariúthinqs? Vomitado por: Flyer Horas de prazer: 12:41:00Forcing development or progress on tribal people does not make them happier or healthier. In fact, the effects are disastrous. The most important factor by far for tribal peoples' well-being is whether their land rights are respected.
Over 100 tribes around the world choose to reject contact with outsiders. They are the most vulnerable peoples on the planet. This is their story.
ILO 169 is the only international law for tribal peoples. ILO 169 recognises tribal peoples’right to: land ownership, equality and freedom and to make decisions about projects that affect them. It will become the world’s benchmark when more governments agree to it. Those that don’t ratify it make it weaker.

Carimbadela: Viagens
"When you travel, you experience, in a very practical way, the act of rebirth. You confront completely new situations, the day passes more slowly. So you are like a child just out of the womb. You begin to attach much more importance to the things around you because your survival depends upon them. You begin to be more accessible to others because they may be able to help you in difficult situations. And you accept any small favour from the gods with great delight, as if it were an episode you would remember for the rest of your life."
PAULO COELHO
The “Amazónia episode” was unique and I am sure that it will remain in my memory for the rest of my life!
Assim terminam as minhas imagens da Amazónia!
Nesta viagem fui brindado com um novo modo de vida alternativo. O modo de vida indígena comunitário, pautado por outros valores que não o dinheiro. O parentesco e a dádiva regem as trocas de bens, com relações pessoais e mágicas, mais do que comerciais. A presença das almas como comunidade da esfera visível e material confere um sentido cósmico da existência. Uns dias apenas vividos numa aldeia indígena, resultou num impacto emocional enorme e constatei que é possível viver em sociedade, de acordo com valores humanitários mais igualitários e totalmente diferentes dos nossos.
A Piranha é um peixe muito voraz, predador e com mandíbulas fortíssimas, a força da mordida da Piranha é considerada como proporcionalmente a de um BulDog. As piranhas são um grupo de peixes carnívoros de água doce que habitam alguns rios da América do Sul.
Pesquei umas quantas piranhas e tentei come-las. Sabem a esgoto e lama! Não recomendo!
Fui brindado com uma pequena mordida duma piranha devido à minha estupidez natural!
Na selva Amazónica existem albergues para os turistas e eu sentia-me particularmente confortável num desses abrigos. Adorava impressionar os novos "turistas" acabadinhos de chegar à selva, dando mergulhos para as águas infestadas de caimões e piranhas.
Descobri no primeiro dia na selva, que as piranhas e caimões fogem e raramente atacam. Vi um guia dentro de água a reparar uma canoa durante meia hora, sem ter sido atacado! Senti-me confiante para nadar no rio diariamente, com o enorme prazer de sentir que estava rodeado de tanta vida selvagem dentro de água.
Era engraçado olhar para a outra margem do rio e sentir a adrenalina de ver os caimões (espécie de crocodilos) a mergulharem ao mesmo tempo! Num dos passeios na selva, um pico entrou pelo ténis e espetou-se num dedo do pé. Não foi nada de especial, mas fez um pouco de sangue!
Nessa tarde quando cheguei ao albergue decidi dar um mergulho no rio, pois estava cheio de suor e coberto do repelente natural (formigas esmigalhadas que emanam um odor repelente) eficaz contra os insectos. Logo que mergulhei, senti uma mordidela rápida e imediata no dedo do pé. Lembrei-me do sangue causado pelo pico e sabia que as piranhas adoram sangue e carninha tenrinha. Saí imediatamente da água com o dedo do pé a sangrar!
Não contei este episodio a ninguém. No dia seguinte coloquei um penso rápido no dedo e voltei à rotina de mergulhar no rio.
Lembrei-me do meu amigo Pedro (Pajé/grande curandeiro da tribo dos Índios Mura) que me dizia sempre: "O MEDO NÃO É REAL … SOMOS NÓS QUE O CRIAMOS."
A magia existe em todo lado ... incluindo na floresta Amazónica! :-D
Em Manaus apanham-se pequenos barcos para ir para a Floresta da Amazónia. Pelo caminho passa-se pelo "Encontro das Águas" que é o local onde o Rio Só Limões (outra designação para o Rio Amazonas) se encontra com o Rio Negro. Seguem juntos durante 2000 quilómetros. Na zona do encontro das águas, os rios encontram-se mas as águas não se misturam durante muitos quilómetros.
Visitámos uma família de caboclos que se dedicam à agricultura e pastoricia. Os caboclos são mestiços resultantes do cruzamento de brancos com índios. Os caboclos formam o mais numeroso grupo populacional da região amazónica e dos estados do Rio Grande do Norte, Ceará e Paraíba.
Na floresta Amazónica existem muitas fontes de proteínas. Estes vermes da madeira são bastante nutritivos e viscosos. Portugal: 2 vermes. Brasil: 1 verme. Resto do mundo: 0 vermes.:-D
Fui acolhido no seio duma tribo de Índios na Amzónia.
0 Whariúthinqs? Vomitado por: Flyer Horas de prazer: 17:08:00Os muras são um grupo indígena brasileiro que habita o centro e o leste do estado do Amazonas. Esta tribo indígena possui ampla participação na história brasileira, remontando ao período da colónia, quando já eram citados em documentos nos quais ficavam visíveis a sua personalidade arredia e seu espírito de resistência frente ao domínio da civilização portuguesa.
Sabe-se que eles faziam das canoas as suas casas, que como índios abrangeram uma grande área da acção que se estendia da fronteira do Peru. Sabe-se que se destacaram nas tentativas de rechaçar a invasão dos civilizados nos seus territórios, sendo aguerridos, destemidos e usando tácticas especiais de ataque, que, com as suas incursões atemorizaram a Amazónia do século XVIII.
Os muras, considerados "incivilizáveis", foram atacados por três sucessivas e sangrentas "expedições punitivas", sofrendo muitas perdas por epidemias como sarampo e varíola, tendo sido contra eles pedida uma devassa e a solicitação de "guerra justa" entre 1737 e 1738, mas que não foi concedida. Sem condições de enfrentarem a forte pressão, procuraram a paz em 1786, mas não suspenderam totalmente as investidas contra os portugueses.
Em 1835, voltam à luta ao aliarem-se aos cabanos. Muras e tapuios fizeram da Cabanagem um espaço de reconstrução da liberdade perdida e de apropriação de poder. No caso dos muras, o desejo por liberdade custou muitas vidas e sofrimento. O ponto culminante dos conflitos entre os muras e a sociedade regional foi a sua participação na Cabanagem ao lado dos rebeldes. Provavelmente, nenhum dos grandes grupos indígenas da Amazónia pagou preço maior do que os muras, ao esforço contínuo de dizimá-los e de expulsá-los de suas praias e lagos tradicionais.
A partir de 1863, os muras deixam de ser citados nos relatórios oficiais, o que significa o não envolvimento em conflitos. Actualmente, a única língua mura conhecida é a pirarrã, tendo sido todas as outras variantes extintas.
Os Mura havendo sido vitimados por epidemias, pelos ataques de guarnições militares e civis, pelos efeitos dos contactos com os “civilizados”, os Mura que eram considerados um dos maiores grupos tribais da Amazónia e que por diversos meios procuraram evitar esses contactos, acabaram por pedir a paz e integraram-se nos povoados rurais das cercanias onde viviam, devendo ter diminuído muito em número e perdido grande parte do seu acervo cultural.
Características Culturais
Em decorrência dos dois séculos de intenso e violento contacto com a sociedade regional; do forte processo de miscigenação da difusão de bebidas alcoólicas, etc., Os Mura foram sendo progressivamente absorvidos pela civilização com as vantagens e desvantagens que tal processo comporta, perdendo muito dos seus costumes originais.
A organização social dos Mura é baseada em famílias extensas matriciais. Antigamente o casamento geralmente era realizado com a prima cruzada e nesta ocasião, o homem simulava o roubo da mulher. Actualmente há um alto grau de miscigenação com a população regional. Outra informação é que evitavam pronunciar o próprio nome e o de seus irmãos; não usavam termo de parentesco e utilizavam o nome próprio.
Actualmente, somente alguns elementos apresentam caracteres indígenas marcantes, e de um modo geral possuem estatura mediana. Apesar do alto grau de miscigenação, resultante do contacto contínuo, não eliminaram totalmente as diferenças de ordem cultural. Observamos que entre os Mura os laços matrimoniais sucedem-se entre índios de etnias diversas, incluindo não índios.
Habitações
Antigamente este grupo vivia nos ramos das árvores na mata, ou em redes atadas nos galhos vergados sobre a margem do rio, ou, então, em simples coberturas. Não construíam habitações sólidas e fixas e as coberturas precárias, de palha, eram armadas sobre quatro esteios.
Actividades de Subsistência
Antes a economia era de subsistência e agora já estão engajados num sistema de troca extra-tribal. As actividades básicas são a agricultura, pesca, colecta e extractivista. Os Mura são considerados exímios pescadores e caçadores, sendo esta sua maior fonte de subsistência.
Todo o produto da agricultura é para ser consumido internamente, excepção de algumas frutas e a mandioca destinada à farinha, com excedente destinado a venda. A pesca está toda comprometida com o consumo interno, a não ser a do pirarucu, que é salgado e destinado a venda. A colecta de frutos silvestres, mel e castanhas é quase que totalmente voltada para o próprio consumo, enriquecendo a dieta alimentar. Algumas seringueiras rendem algum dinheiro, bem como a extracção do óleo da copaíba (planta que previne alguns tipos de cancro) e corte de madeira. A pesca constitui a actividade básica de subsistência do grupo, ela é praticada com arco e flecha ou timbó nas águas mais paradas dos lagos. Os peixes são consumidos assados na brasa, mosqueados em forquilhas ou simplesmente cozidos.
O trabalho na roça é uma actividade desempenhada. Normalmente a técnica aplicada é da coivara, plantam principalmente mandioca, macaxeira, banana, jerimum, mamão, batata-doce, cana-de-açúcar e cará. Utilizam pequenas porções de terra em formas arredondadas, obtendo assim produto suficiente apenas para o consumo de cada família. Da mandioca preparam á farinha e fazem uso do tipiti.
Instrumentos para Subsistência
1) Armas
Os Mura foram considerados os mais aguerridos da Amazónia. Ficavam nas árvores e quando o inimigo passava caiam-lhe em cima com flechas, pois eram hábeis no manejo do arco e flecha. Os arcos são simples, sem enfeites. Os arcos são feitos de ingarana ou pau d’arco e, para sua confecção a madeira, após o corte. Esta é uma actividade masculina. Ás mulheres cabe o fabrico da corda, feita a partir da envira. As flechas fazem-nas com ou sem emplumação, sendo esta última modalidade a mais utilizada, pois, na maioria das vezes, pescam com arco e flecha. O uso de zarabatanas é hoje pouco utilizado.
2) Transportes
O meio de transporte desses índios era e é essencialmente feito através de rio. Nos dias actuais, ainda constroem canoas de casca de árvore marupá, da copaíba e do jabotá.
3) Adornos
Os homens não só ornam os braços e pernas, mas ainda furam o nariz, orelhas e beiços, donde trazem pendentes, conchas, dentes de porco e de feras. Os Mura usavam também colares e cintos. Hoje em dia os ornamentos são constituídos somente de colares, braçadeiras e anéis. Os cabelos são cortados com pente e tesoura, o que antigamente era feito com mandíbula de piranha no mesmo processo do corte com navalha.
4) Brinquedos
As brincadeiras infantis são uma forma de prepará-los para a vida adulta. É assim que se vêem meninos aprendendo a fabricação de arcos e flechas para as suas pescarias, com carácter de brincadeira, enquanto que as meninas brincam com fusos e ajudam a cuidar das crianças menores.
Situação Actual
Pelos confrontos em defesa territorial, os Mura conseguiram além do decréscimo populacional, realçar e atrair para o grupo uma antipatia e sérios preconceitos que são demonstrados até os dias actuais. A visão do colonizador e os entraves para o processo civilizatório imposto por eles, são passados através de dados históricos, permeados de malquerença. Preconceito este comum no confronto entre populações etnicamente diferenciadas.
Os índios Mura, tem contacto permanente com os “civilizados”, representados na forma de regatões, extrativistas e “motores” que cruzam o rio diariamente e que habitualmente param nas praias, onde os índios levantam os seus tapirís e lá realizam um comércio, através de trocas de mercadorias e bens já introduzidos na sua cultura. É comum a troca de caças, peixes, por aguardente, açúcar e quinquilharias.
Existem invasões territoriais e pesca predatórias nos lagos. Perda da autonomia cultural, da posse do território e engajamento em actividades produtivas regionais.
Actualmente os Mura não andam nus. Os cabelos que antes eram aparados por mandíbula de piranha, são cortados com pente e tesoura, os homens aparam os seus bem rente, já as mulheres deixam-nos longos.
A cultura material está restrita a colares de sementes, miçangas, contas diversas e anéis de tucumã.
As habitações de um modo geral são simples e rústicas, possuem uma ou duas águas, armadas por oito esteios em forma de forquilhas onde são encaixadas as vigas horizontais. A cobertura é feita com folhas de babaçu ou soro-roca.
O despreparo dos índios para a vida urbana sem que lhe seja oferecidas condições de boa adaptação, leva ao conflito nas disputas pelo acesso aos frágeis equipamentos urbanos e é inevitável o choque de dois modos distintos de comportamento social e representação da vida: o indígena e o não indígena (Cariua).
Encontram-se num processo de negação étnica, envergonhando-se da identidade tribal. Todavia, o grupo Mura tem se empenhado de modo a reverter esse processo.
The world is endless and I am trying to explore more!
0 Whariúthinqs? Vomitado por: Flyer Horas de prazer: 08:42:00
Se os meus planos tivessem batido certo (o que raramente aconteçe) e sem acidentes de percurso, estaria nesta altura a caminho do Nepal.
Descobri ontem, que tenho de gozar férias (obrigatoriamente) durante todo o mês de Dezembro, senão elas esfumaçam-se para sempre!
Tenho algumas limitações em termos de dias que me posso ausentar de Lisboa, devido às sessões de fisioterapia. Ando com a ideia de fazer pequenas viagens de avião (na TAP pois fica quase à "borlix" para mim). Serão viagens de 3 ou 4 dias com a mochila nos "costados", para vários destinos na Europa ou América, mas não sei por onde começar?????
Agrada-me a ideia do Couch surfing, apenas pela experiênca cultural! Talvez????
Moscovo, Veneza, Dublin, S. Paulo, S. Tomé, Sal são algumas das hipóteses que estou a considerar. Vou continuar a pensar nas infinitas possibilidades! Aceito todo o tipo de sugestões?
Carimbadela: Viagens
Segundo reza a "história", vou ter de me deslocar (na próxima semana) para o Alentejo profundo e passar três dias alojado, em regime de pensão completa na luxuosa Pousada Rainha Sta. Isabel de Estremoz.
Instalada num lugar privilegiado como o Castelo de Estremoz, cuja construção se iniciou em
1258, a Pousada de Estremoz é o resultado da adaptação do magnífico Palácio que D. Dinís mandou construir para a sua mulher, a Raínha Santa Isabel. A beleza do seu traçado e a qualidade dos materiais empregues resultam numa refinada decoração com antiguidades de grande valor patrimonial. Os seus pequenos jardins e piscina, sempre circundados por ameias oferecem uma magnífica vista sobre a cidade de Estremoz e a austera planície alentejana. Carimbadela: Viagens
"Aos despois" ... Vou deixar de ser "incompetente"!
"Precisio de arranjiar pesetias paira a semainia quie viem!" :-D
Há 3 anos que acompanho esta viagem à conquista da determinação física e mental entre o sonho e a realidade… Uma viagem que teve inicio em Julho de 2006 e terminou em Março de 2009.
Antes de viajares, sonhas...
O meu sonho levar-me-à aos maiores extremos fisìcos, humanos e geogràficos que o nosso planeta tem para oferecer. Da expansiva natureza selvagem e beleza natural do norte do Canadà, dos Andes e da Patagònia aos povoados e em crescimento centros de população humana como Los Angeles e a cidade do Panamà.
A motivação para esta viagem é um reflexo da grande ambição da minha vida em explorar novos lugares, de fazer contactos enriquecedores com outros povos e culturas, e testar os limites da minha determinação fisìca e mental.
Viajar de bicicleta é a forma mais ecològica de transporte que te permite a possibilidade de viajar em silêncio e sem uma janela a separar-te do paìs em que estás a viajar; usando a minha pròpria força natural permitindo todos os sentidos fazerem parte da experiência de viagem.
Eu pedalarei 25000 kms atravessando 16 fronteiras, aquelas que se veêm nos mapas deste website. Mas o que eu realmente planeio atravessar, são as fronteiras da mente que existem subconscientemente e que limitam as nossas capacidades percepcionadas. Essas são as fronteiras que dizem "Tu não és capaz", e que te impedem de tentares. Esta viagem é sobre a conquista da inibição e da linha indefinida entre sonho e a relidade.
Eu acredito que tudo o que queres fazer ou imaginar, tens que começar. Tens a escolha: podes viver a vida ou existi-la.
O resultado destes pensamentos são esta viagem. Vem e viaja comigo...
http://www.ontheroad.eu.com/
Nuno Brilhante Pedrosa
20 países - 960 dias de viagem - 42024 km em Bicicleta
Um sonho tornado realidade? Nada disso! Apenas uma viagem de 8 dias com a possibilidade de novas experiências multiculturais.
"Zimmmbora" para ... oito dias na capital dos Estados Unidos da América na companhia de "indígenas" provenientes de locais com nomes sugestivos como: Doha, Ho Chi Minh City, Lisbon, Managua, Minsk, Montevideo, Suva, Tbilisi, Ulaanbaatar, Vienna, Yekaterinburg e Yerevan.
Póint âv situeixôn (in "Americain language"): There are no shortcuts to any place worth going. I am on my way to check if the wind burns & earth turns on the other side of the global ... "charco"! :-)
Carimbadela: Viagens
My Travel Dreams >>>>> February >>>>> U.S.A. (Washington, D.C.) >>>>> April >>>>> Cape Verde >>>>> October >>>>> Brazil (Cumbuco) >>>>> December >>>> India (Himalayas)
Carimbadela: Viagens
Aproveitando o feriado da passada semana, estive no sul de Espanha. Já conhecia a região da Andaluzia, mas nunca tinha estado em Algodonales e El Bosque.
Foram quatro dias de muita acção em várias frentes. :-) Uma viagem inesquecível e repleta de aventuras excitantes. Aqui ficam dois videos com Voo livre, Kitesurf e “Fiestas” diúrnas... Houve também uma “fiesta” nocturna com “mucho salero” num dos dias… mas essas imagens ficam registadas apenas na memória.
Para mim, voar livremente não é só pairar acima das montanhas, desbravar estradas de nuvens incógnitas ou observar paisagens idílicas, é também sentir de uma forma mais intima a realidade da vida das pessoas com quem me cruzo.
1º Estágio da AVLS Team 2008 - Parte 1
1º Estágio AVLS Team 2008 - Parte 2
Gosto desta sensação de ter vontade de viajar. Agrada-me a ideia de não pertencer a lugar nenhum. Em vez de caminhar, eu prefiro ir transitando por aí. Se tiver de terminar os meus dias em lugar nenhum, é precisamente aí que eu sonho chegar um dia.
Segundo a minha mãe, comecei a viajar quando nem me entendia como sendo gente. Agora que já sou gente e enquanto assim permanecer, continuarei a ser um andarilho pela estrada de nuvens, terra ou asfalto mais favorável.
Não sou patriota, um vez que considero que a minha pátria é o meu planeta. Já fui cidadão Moçambicano, Sul Africano e Português, mas derrubei as fronteiras da nacionalidade à muito anos atrás e agora sou somente mais um Terráqueo.
Adoro Portugal, mas também gosto muito da Rússia que nunca visitei (mas irei visitar um dia destes), do Brasil onde sempre irei voltar. Todos estes lugares possuem uma lição para me ensinar! Cedo percebi que para viajar, sempre me bastou a força do ousar e do acreditar.
Quando era puto e me perguntavam: - O que queres ser quando cresceres?
A resposta era: - Eu quero ser “Viajante”.
Quando cresci e me perguntavam: - O que vais estudar e o que vais fazer na vida?
A reposta foi: - Eu quero saber tudo acerca de ... ser Viajante".
Na altura das decisões capazes de alterar o meu percurso na vida, optei (sem pestanejar) por tirar o Curso de Gestão Túristica pois era o que mais se aproximava do meu ideal... Viajei por terra, mar e ar; viajei com dinheiro e sem dinheiro; Viajei sozinho e acompanhado... Viajo de qualquer maneira, principalmente em sonhos!
Actualmente opto (a maior parte das vezes) por viajar sem grandes planos e com destino in…certo! Tenho um mochilha sempre preparada (durante o ano inteiro) para partir a qualquer momento.
Viajar é a minha sina. As minhas experiências e a as minhas viagens têm o tamanho exacto daquilo que o meu desejo é capaz de alcancar.
Carimbadela: Pensamentos, Pessoal, Viagens


